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Para bater um bom pênalti é preciso se posicionar de 4 a 6 passos atrás da bola e chutá-la com força para que ela chegue ao gol numa velocidade entre 90 e 104 km/h. Além disso é bom chutar no meio do gol. Em 93,7% dos casos o goleiro pula para os lados e deixa o centro do gol aberto*.

Fácil não? Mas de que me vale toda essa teoria se eu não souber bater um pênalti na prática? No final das contas o que conta é a bola balançando a rede no fundo do gol.

É assim com muitas coisas na vida, a teoria deve vir acompanhada da prática senão perde seu valor. “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos”, disse Tiago (cap. 1.22), “o homem que observa atentamente a lei perfeita, que traz liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu, mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer” (Tiago 1.25).

Jesus disse: “Quem ouve as minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. Mas quem ouve as minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda” (Mateus 7.24-29).

Ouvir e praticar. Esse é o conselho de Jesus. Ele próprio deu o exemplo.
Teoria – Jesus ensinou “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem” (Mateus 5.44)
Jesus praticou: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Jesus orou por seus inimigos enquanto estava sendo crucificado, Lucas 23.34).

Os ensinamentos estão na Palavra. Tiago reforça: “A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo” (Tiago 1.26-27).

Mãos à obra!

*A ciência de bater o pênalti perfeito – texto de Bruno Garattoni e Dennis Barbosa – matéria publicada pela Revista Super Interessante, edição 264 (abril/2009), p. 36.