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Apesar das praias urbanas também serem boas, o legal de Itacaré é pegar trilhas para chegar às praias mais distantes e pitorescas. Hoje fomos à Prainha. A trilha “oficial” sai da Praia Ribeira e dura cerca de 50 minutos. A vantagem de se conversar com os “locais” é descobrir outras coisas que não estão nos guias. Um rapaz taxista nos deu a dica de como chegar à Prainha por outro caminho. É uma trilha alternativa que dura cerca de 20 minutos, então os “bicho-preguiças” de São Paulo quiseram pegar o atalho pra andar menos.

Essa trilha é mais fácil que as outras que fizemos e é bonita também – passa por dentro da Mata Atlântica. É bom ir de tênis se não quiser enfiar o chinelo na lama.

Ao chegar à Prainha, uma sensação boa de felicidade. Contrariando todas as previsões, o dia ficou lindo, céu azul, sol a pino – um belo presente para o último dia em Itacaré. A Prainha também é uma graça, linda, cercada de coqueiros – o dono da HangLoose tem uma casa lá, de frente pro mar.

De todas as praias que fomos, essa foi a que teve ondas mais fortes. Os surfistas de plantão iam gostar dos tubos. Para os banhistas não é tão bom pois mesmo no raso, com a água no joelho, as ondas são tão fortes que acabam nos arrastando. Vejam nessa foto o surfista e as mulheres não tão longe, com a água no joelho (essas duas NÃO somos nós, ok?! rs).

Daria pra ficar umas duas semanas (ou mais) em Itacaré sem enjoar. Não conhecemos todas as praias nem fizemos os outros passeios de rafting, arvorismo, rapel, etc. Mas vai ficar pra outra hora, amanhã pé na estrada de novo, vamos para Morro de São Paulo.