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A maldade aumentou, o amor de muitos se esfriou. Alguns são capazes de “amar” pessoas que conhecem apenas virtualmente, mas não são capazes de se comoverem e estenderem a mão àquele que está próximo. Nações se levantam contra nações disputando poder, mesmo quando o objetivo deveria ser comum (a preservação do planeta discutida em Copenhagen, por exemplo). Vemos irmãos traindo irmãos, pais matando os filhos e filhos matando os pais. O mundo está do avesso, é o que ouvimos por aí. Há esperança?
Sim! Essa esperança nasceu há 2009 anos atrás. Deus amou esse mundo maluco de tal maneira que enviou seu Filho Jesus para viver entre nós. Aliás, é isso o que o nome de Jesus significa: Deus conosco.
Deus entrou nesse mundo como um bebê. Há uma música muito linda do João Alexandre chamada Memórias (ouça aqui). A letra é uma narração da vida de Jesus, do ponto de vista de Maria, sua mãe. Jesus foi bebê e como todos nós mamou, chorou, teve cólicas, engatinhou até dar seus primeiros passos, brincou, despertou sorrisos (como todo bebê)… É diferente pensar no Filho de Deus vivendo como um ser humano comum, mas foi exatamente isso o que Deus fez: enviou esperança a “todos os povos, uma luz para mostrar o caminho a todos os que não são judeus e para dar glória ao povo de Israel” (Lucas 2.31-32).
O Natal é a época de celebrar o nascimento de Jesus, o nascimento da esperança que consola e salva a todos os que nele crêem.
Nessa época não fique triste nem se preocupe demais com a festa, os convidados, a comida e os presentes. Celebre a esperança e dê espaço para Jesus nascer (ou renascer) em sua vida.
“Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor… Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo… seu reino jamais terá fim” (Lucas 2.11, 1.32-32)
Feliz Natal a todos!
Aline Cândido