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 Você consegue imaginar a semelhança entre Jairo, o chefe da sinagoga, e uma mulher estranha, no meio de uma multidão?
Jairo tinha status, poder, era reconhecido entre o povo judeu. Da mulher não sabemos nem o nome. Era uma desconhecida, mais uma mulher no meio de uma multidão (e mulheres naquela época não tinham nenhum prestígio).

Lucas 8. 40-56 nos mostra a semelhança entre essas duas pessoas, tão diferentes mas com características em comum.

Jairo tinha um problema que ninguém poderia resolver. Sua filha de 12 anos estava morrendo. Uma criança que tinha a vida inteira pela frente caiu doente, e nada pode sará-la.
A mulher desconhecida também tinha um problema. Um problema que ninguém conseguiu resolver. Ela tinha hemorragia há 12 anos e gastou tudo o que tinha com médicos, mas ninguém pôde curá-la.

Pra Jesus não havia diferença entre Jairo e a mulher, ambos tinham FÉ. No meio de tantos outros eles se destacaram e vivenciaram um milagre porque creram.

A fé se torna mais intensa quando todas as outras possibilidades se esgotam. Jairo se prostrou aos pés de Jesus e implorou que Ele fosse à sua casa. A mulher se espremeu em meio a multidão que O seguia e conseguiu tocar na borda do manto de Jesus.

Jesus disse à mulher: “Filha, a sua fé a curou! Vá em paz”. Aleluia!
Mas e a filha de Jairo? Nesse meio tempo ela já tinha morrido e as pessoas foram avisá-lo dizendo: “Sua filha morreu. Não incomode mais o Mestre”. Mas Jesus disse “Não tenha medo, tão somente creia, e ela será curada”.

Quando chegou à casa de Jairo permitiu que somente os que criam ficassem no quarto da menina – além do próprio Jesus, somente os pais, Pedro, João e Tiago estavam no quarto. Os demais que estavam ali começaram a rir de Jesus, pois Ele tinha dito que ela estava dormindo.

Por causa da fé Jesus pegou a menina pela mão e disse: “Menina, levante-se!” e ela ressuscitou.

Duas pessoas diferentes, uma coisa em comum. A fé. Essa mesmo, aquela que move montanhas.
Aline Cândido