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João 9

Aquele homem era cego de nascença, visto pelos vizinhos como um mendigo. A sociedade e a religião já o tinham julgado: sua cegueira deveria ser resultado de seu próprio pecado ou do pecado de seus pais. Era assim que todos o enxergavam. Todos menos um, todos menos Jesus.

Jesus olhou para ele de uma forma diferente. Jesus foi o único que não o enquadrou em nenhum dos julgamentos anteriores. Ele disse: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto (a cegueira) aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele” (João 9.3).

Jesus não só olha para os nossos problemas sob outra perspectiva, mas é Ele quem dá a solução e a resposta para tudo. No caso do cego a solução não foi mística nem exótica. Ele passou um pouco de saliva com barro nos olhos do cego e pediu que ele fosse lavar-se no tanque de Siloé, um tanque comum, onde as pessoas pegavam água e lavavam roupas. Nada de lencinho, de copo com água benta ou de varinha de condão. Não são os elementos que fazem diferença, mas sim Aquele que deu a ordem.

Quando nos encontramos com Jesus e com sua obra, nunca mais somos os mesmos.

“Eu vim a este mundo para julgamento, a fim de que os cegos vejam e os que vêem se tornem cegos” (João 9.39).

Aline Cândido