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Boa noite Jesus, tudo bem? Aqui quem fala é Tomé. Na verdade sou eu, Aline, nos conhecemos há mais ou menos 12 anos.

Na época eu agi como André. Quando João Batista mostrou a ele o caminho dizendo que o Senhor era o Cordeiro de Deus, André te seguiu sem olhar para trás (João 1.35-40).

Também agi como Maria, sentando-me aos pés do Senhor e ouvindo o que tu me ensinavas (Lucas 10.39).

Aprendi muito, minha vida mudou, eu mudei. E assim como Pedro eu falei: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna. Nós cremos e sabemos que és o Santo de Deus” (João 6.68-69).

Sonhei, imaginei o futuro. E meus sonhos não eram tão malucos como os de José (Gênesis 37.5-11).

Busquei, orei, me coloquei em tuas mãos. Quisera eu ter a paciência e a fé de Jó, mas hoje, quem escreve essa carta, a escreve como Tomé (João 20.24-25).
Não me orgulho disso, mas preciso ser verdadeira contigo: está difícil crer.

Ajuda-me a não olhar as circunstâncias mas sim à ti, para que eu não me desespere em meio à tempestade (Mateus 8.23-27). Afinal meus sonhos não são tão difíceis quanto curar um cego de nascença (João 9) ou multiplicar pães e peixes para alimentar uma multidão (João 6).

Bom, pensando bem, talvez seja como transformar água em vinho (João 2), mas nada é impossível para ti.
Ajuda-me! Quero crer para ver!

“O Senhor o guiará constantemente, satisfará os seus desejos numa terra ressequida pelo sol e fortalecerá os seus ossos. Você será como um jardim bem regado, como uma fonte cujas águas nunca faltam.” Isaías 58.11

Aline Cândido