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Abertura do túmulo de Lázaro como é hoje

Leia João 11.1-45

“Nada está tão morto que não possa ser ressuscitado”
– sonhos, casamentos, ministérios e outras coisas que já morreram podem ressuscitar se Jesus assim ordenar.

Jesus ressuscitou Lázaro depois de 4 dias. Já não existia vida, o corpo estava em decomposição, não havia mais nenhuma esperança. Jesus havia sido avisado da doença de seu amigo e mesmo assim não atendeu ao chamado de Marta e Maria para que ele fosse até lá.

As escolhas de Deus são bem diferentes das nossas. Deus não resgatou Daniel da cova dos leões, como nós teríamos feito. Ele não apagou a fornalha ardente em que foram atirados Sadraque, Mesaque e Abede-nego, como teríamos feito. Ele não curou Lázaro, livrando-o da morte, como teríamos feito. Mas em todas as situações cumpriu seus propósitos com “criatividade”. O que são leões e fogo para o Deus que os criou? Até mesmo a morte fica pequena diante do Senhor da Vida.

Não há nada muito difícil para Ele.

Eu queria dizer isso à mãe que não vê mais solução para sua filha doente. Eu queria dizer isso ao casal que não consegue mais conviver em harmonia. Eu queria dizer isso ao homem que tem uma doença misteriosa e incurável. Eu queria dizer isso à mulher que vê na solidão sua única companheira. Eu queria dizer isso a mim mesma, diante do espelho, todos os dias. Que eu me lembre sempre que, Deus é grande diante de todos os problemas. Que eu me lembre disso quando a fé falhar, quando a esperança acabar, quando o sol se pôr, quando a “vida” acabar. Há ressurreição e milagre se Jesus estiver por perto.

Aline Cândido

Obs.: para complementar o texto, uma música da Aline Barros sobre o mesmo tema: RESSUSCITA-ME

João 11.1-45: 

“Havia um homem chamado Lázaro. Ele era de Betânia, do povoado de Maria e de sua irmã Marta. E aconteceu que Lázaro ficou doente. Maria, sua irmã, era a mesma que derramara perfume sobre o Senhor e lhe enxugara os pés com os cabelos. Então as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: “Senhor, aquele a quem amas está doente”. Ao ouvir isso, Jesus disse: “Essa doença não acabará em morte; é para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela”.
Jesus amava Marta, a irmã dela e Lázaro. No entanto, quando ouviu falar que Lázaro estava doente, ficou mais dois dias onde estava. Depois disse aos seus discípulos: “Vamos voltar para a Judéia”. Estes disseram: “Mestre, há pouco os judeus tentaram apedrejar-te e assim mesmo vais voltar para lá?”
Jesus respondeu: “O dia não tem doze horas? Quem anda de dia não tropeça, pois vê a luz deste mundo. Quando anda de noite, tropeça, pois nele não há luz”. Depois de dizer isso, prosseguiu dizendo-lhes: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou até lá para acordá-lo”. Seus discípulos responderam: “Senhor, se ele dorme, vai melhorar”. Jesus tinha falado de sua morte, mas os seus discípulos pensaram que ele estava falando simplesmente do sono. Então lhes disse claramente: “Lázaro morreu, e para o bem de vocês estou contente por não ter estado lá, para que vocês creiam. Mas, vamos até ele”.
Então Tomé, chamado Dídimo, disse aos outros discípulos: “Vamos também para morrermos com ele”. Ao chegar, Jesus verificou que Lázaro já estava no sepulcro havia quatro dias.
Betânia distava cerca de três quilômetros de Jerusalém, e muitos judeus tinham ido visitar Marta e Maria para confortá-las pela perda do irmão. Quando Marta ouviu que Jesus estava chegando, foi encontrá-lo, mas Maria ficou em casa. Disse Marta a Jesus: “Senhor, se estivesses aqui meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, Deus te dará tudo o que pedires”.
Disse-lhe Jesus: “O seu irmão vai ressuscitar”. Marta respondeu: “Eu sei que ele vai ressuscitar na ressurreição, no último dia”. Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?”
Ela lhe respondeu: “Sim, Senhor, eu tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo”. E depois de dizer isso, foi para casa e, chamando à parte Maria, disse-lhe: “O Mestre está aqui e está chamando você”. Ao ouvir isso, Maria levantou-se depressa e foi ao encontro dele. Jesus ainda não tinha entrado no povoado, mas estava no lugar onde Marta o encontrara. Quando notaram que ela se levantou depressa e saiu, os judeus, que a estavam confortando em casa, seguiram-na, supondo que ela ia ao sepulcro, para ali chorar. Chegando ao lugar onde Jesus estava e vendo-o, Maria, prostrou-se aos seus pés e disse: “Senhor, se estivesses aqui meu irmão não teria morrido”.
Ao ver chorando Maria e os judeus que a acompanhavam, Jesus agitou-se no espírito e perturbou-se.
“Onde o colocoram?”, perguntou ele. “Vem e vê, Senhor”, responderam eles.
Jesus chorou.
Então os judeus disseram: “Vejam como ele o amava!” Mas alguns deles disseram: “Ele, que abriu os olhos do cego, não poderia ter impedido que este homem morresse?”
Jesus, outra vez profundamente comovido, foi até o sepulcro. Era uma gruta com uma pedra colocada à entrada.
“Tirem a pedra”, disse ele. Disse Marta, irmã do morto: “Senhor, ele já cheira mal, pois já faz quatro dias”. Disse-lhe Jesus: “Não lhe falei que, se você cresse, veria a glória de Deus?”
Então tiraram a pedra. Jesus olhou para cima e disse: “Pai, eu te agradeço porque me ouviste.
Eu sabia que sempre me ouves, mas disse isso por causa do povo que está aqui, para que creia que tu me enviaste”.
Depois de dizer isso, Jesus bradou em alta voz: “Lázaro, venha para fora!”
O morto saiu, com as mãos e os pés envolvidos em faixas de linho, e o rosto envolto num pano. Disse-lhes Jesus: “Tirem as faixas dele e deixem-no ir”. Muitos dos judeus que tinham vindo visitar Maria, vendo o que Jesus fizeram, creram nele.”