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Acordamos em Chinatown e procuramos um lugar para tomar café. Felizmente achamos uma padaria/confeitaria que tinha um pão de leite bem gostoso. Quem diria: tomar o café da manhã mais brasileiro onde eu mais esperava comer comida estranha!

Arredores do hotel em Chinatown

Caprichos chineses

Bolo Muralha da China

Açougue chinês 😐

Vai um franguinho aí?

Começamos o dia visitando a ilha de Alcatraz. Eu esperava um friozinho em São Francisco, mas fez um dia lindo de sol e calor!

Fizemos a travessia de barco até a ilha (cerca de 15 minutos).

“A rocha”, apelido da Ilha de Alcatraz
A cidade ficou pra trás…
…bora entrar na ilha!
Vestígios da ocupação indígena em Alcatraz
Vestígios da ocupação indígena em Alcatraz

Chegando lá assistimos a um vídeo de 8 minutos contando a história de Alcatraz (com legendas em inglês e espanhol) e depois pegamos um equipamento de áudio guia em português brasileiro! Oba!

Uma das “ruas” de Alcatraz

Cela comum com o regimento interno sobre a mesa.

Pátio do presídio.
Pátio do presídio.
Que triste apreciar São Francisco por trás das janelas.

Solitárias
Quem se atreve a pegar a chave na galeria de armas?

O áudio nos guiou dentro do presídio e foi contando a história com detalhes, num total de 2 horas. Foi bem interessante! É como ver um documentário ao vivo!
Como toda boa atração turística americana, ela acaba dentro de uma lojinha. Apesar de ter gostado da visita, acho meio mórbido comprar souvenirs de uma prisão. 😐

Sujeira na lente? Não! São pássaros!

As ladeiras de SF vistas da ilha

Beleza em Alcatraz

Depois de voltar de Alcatraz passeamos pelo Pier 39, cheio de restaurantes, lojas de souvenirs, feira e até um carrossel.

Pier 39

Deu água na boca?

Quem é que pode com esse vento? Vários clicks pra salvar algum…

Depois caminhamos mais um pouco até o ponto inicial do Cable Car, o bondinho de São Francisco (próximo ao Fisherman’s Wharf).

Difícil acreditar que os moradores ainda usam o bondinho como transporte no dia a dia. É caro (US$ 7 dólares – trecho só de ida!), lento e velho, mas é charmoso e faz parte de São Francisco, né?
Enfrentamos quase uma hora de fila para dar uma voltinha, mas valeu a pena! (Alô turistada!).

Cable Car

Em São Francisco qualquer coisa vira transporte. Vi muita gente se locomovendo de bicicleta, skate, patinete e até Solowheel, um equipamento de uma roda criado para ser usado como transporte individual (joga no Google). Tem também táxi, Cable Car, ônibus, trem, ferryboats, barcos, metrô, Pedicabs (charretes puxadas por bicicletas que funcionam como táxis ecológicos), tróleibus, Go Car (um carrinho pequeno, com 2 lugares, guiado por GPS) e finalmente, a boa e velha caminhada a pé. 🙂

No fim do dia atravessamos a ponte Golden Gate. Desde 2014 não existem mais cabines para pagamento do pedágio (que custa US$ 7 dólares). A cobrança é feita eletronicamente pela leitura da placa. No nosso caso, como o carro é alugado, a locadora manda a conta depois para o nosso endereço no Brasil e o pagamento deverá ser feito com cartão de crédito.

Ponte vista do primeiro mirante (em direção a Sausalito)

Bonitinha essa Sausalito…

Voltando pela ponte em direção a São Francisco, do lado direito tem uma estrada que sobe os morros de Marin Headlands. Há vários mirantes com vistas lindas! Claro, se a névoa der uma trégua! O tempo estava aberto mas em 5 minutos tudo pode mudar (e de fato mudou!).

Ponte Golden Gate

Em poucos minutos a névoa chegou.

Terminamos o dia descendo de carro o trecho sinuoso da Lombard Street e comendo uma fatia de pizza numa pizzaria suja de Chinatown. 

Lombard Street

As ladeiras de SF