Escolha uma Página

Hoje seguimos a “Trilha do Sol”. Um lugar muito agradável para passar o dia! Há quartos para se hospedar, restaurante, parquinho e como atração turística, 3 cachoeiras acessadas por trilhas fáceis (porém mais longas do que as que fizemos até agora).

A trilha pelo cerrado fica mais interessante pois aqui a maioria das espécies é identificada com uma plaquinha. Assim dá pra passear e conhecer a vegetação típica.

Saindo da estrada MG050 tem um caminho de terra até a recepção
Recepção e restaurante
É bom chegar cedo para aproveitar bem o dia. Da recepção fomos direto para a Cachoeira No Limite.

A trilha é fácil, mas a Malu contou com uma ajudinha do pai em alguns momentos

 Chegamos! Essa cachoeira forma um poço bom para nadar (se a água não fosse tãoooo gelada!)

Poço da Cachoeira No Limite

Escorregador de pedra – eu não me arrisco!

 Tênis para as trilhas e meias antiderrapantes para entrar nas cachoeiras. Achei melhor a meia do que chinelo, que não fica bem preso ao pé e solta a tira dependendo da força da água.

 

Lindezinha do Cerrado – vejam o efeito espiral infinito que as folhas criam!
Voltamos para a trilha, dessa vez em direção à Cachoeira do Grito.
Vegetação típica do cerrado

 Para chegar à Cachoeira do Grito é preciso descer uma escadaria.
Mas vale a pena!
Peixinhos

Vejam a jacuzzi formada pela natureza!
Tem várias dessas “piscinas”até chegar ao poço final da cachoeira.
Do lado esquerdo dá pra ver a cachoeira. Atrás dela tem uma trilha que leva ao poço lá embaixo.

Agora vamos para a terceira e última cachoeira – Poço Dourado.
Tem um barranco pra descer no final da trilha, mas tem cabo de aço para auxiliar a descida.

É necessário passar por dentro do rio para chegar ao poço.

No caminho até o poço, centenas de totens de pedra que cada visitante deixa.

E aqui está o Poço Dourado! Recebe esse nome por causa do efeito do sol refletido na água.

Escolhemos algumas pedras do fundo do poço e deixamos nosso totem lá também! (É esse no meio de nós três).

E na volta até a recepção, mais lindezas do cerrado.

Almoçamos no restaurante mais famoso da região: Restaurante do Turvo.

Comemos o prato premiado no último festival gastronômico da região: Filé Nascentes das Gerais (Medalhão de tilápia, regado com creme de palmito, arroz com alho, purê de batata, brócolis, geléia de abacaxi e patê de pimenta). Sensacional de bom!

 
Depois do almoço fizemos o passeio de lancha pelo lago Furnas – bem tradicional da região.
 
Primeira parada na Lagoa Azul. Tem um bar flutuante por ali mas para subir até a Lagoa cobram uma taxa de R$ 10,00.
O passeio começa a valer a pena quando a lancha entra na região dos cânions.

Os cânions são grandes e nós somos tão pequeninos em comparação a eles.

O visual é lindo demais, mas acho que as fotos ficaram prejudicadas por causa do horário do passeio. 
Acho que o ideal é fazer o passeio logo pela manhã. Como fizemos às 16h, não havia muita luz entre os cânions e a água ficou escura nas fotos.

Cascatinha agora vista da lancha
Pôr do sol na volta pra pousada