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O peso do seu corpinho miúdo largado sobre os meus ombros. Músculos relaxados, sem nenhuma tensão ou resistência. Bochechas e lábios amolecidos. A sonolência típica de quem está com o estômago cheio. A paz de descansar no lugar mais seguro da sua curta existência: em meus braços.

Essa foto tem mais de 6 anos mas ao olhá-la revivo as sensações que descrevi acima. Quem amamentou sabe do que eu estou falando. É único. É sublime. É divino.

Crescemos, trocamos o leitinho por alimentos sólidos, nos tornamos independentes, resolvemos (ou pelo menos tentamos resolver) tudo sozinhos, até que vem o stress, o cansaço, o desânimo. 

E hoje ao buscar a Deus no meu silêncio e na sua Palavra, esse versículo veio ao meu encontro:

De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança. Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, desde agora e para sempre!” Salmo 131:2-3

Ah Deus lindo… hoje esse versículo não foi só um texto sobre um papel. Foi voz no ouvido, carinho na alma, mergulho profundo na Sua presença, que é sempre tão real! 

Só pude sorrir e me largar em Seus braços. A minha vida e a minha esperança são Tuas para sempre!

Aline Cândido